Archive for Janeiro, 2007

Hey!

31 Janeiro 2007

Tende calma que está tudo bem. Um gajo não escreve nada no blog durante uns dias e ele é e-mails, telefonemas falhados (a propósito, não tentem telefonar-me porque roubaram-me o telemóvel na quinta-feira e estou incontactável por essa via) e estatísticas do blog em forte baixa (perdi 40% das visitas diárias…).

Bom, isto para dizer que estou vivo, mas sem tempo. Que o joelho está a ir lindamente, mas mesmo assim continuo sem tempo. E que tudo o resto está a ir, mas continuo mesmo mesmo sem tempo.

Até lá.

Off tudo

25 Janeiro 2007

Quando acabar a peixeirada entre os intervenientes das OPAs – afinal, porque é que eles haviam de ser diferentes e não terem nas suas personalidades características de personalidade que nos são tão inatas? – digam-me pois já cheira mal. Eu também acho muita piada aos espanhóis mas, há uns anos atrás, preferia a Gruta da Lomba à KAS. Entretanto, mantenho-me nas nuvens onde estou realmente muitoooooooooooo bem!

23-4

25 Janeiro 2007

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“Três mulheres violam um jovem”

24 Janeiro 2007

Notícia de primeira página do bissemanário angolano Folha 8, do passado dia 20 de Janeiro (normalmente é mais política, coiso e tal). E como subtítulo escreviam “Fogosas e recauchutadas”. Já na página 3 do referido jornal, podia ler-se “Inversão histórica, jovens mulheres violam “selvaticamente” jovem indefeso”. No desenrolar da notícia, percebe-se que o jovem de 20 anos pensou ter engatado uma boazona, numa lanchonete, na boa e, nesse sentido, aceitou o seu convite – depreende-se – para dar uma queca em casa dela. Pois eis o que terá acontecido:

“Quando este se encontrava já em flagrantes delícias amorosas, com a fogosa Conceição, cuja aparência lhe confere cerca de 25 anos de idade, eis que num gingar de mágica e tarrachinha sexual, entra para debaixo dos lençóis a pujante Maria, dois anos mais nova, que exigiu superar o tempo da sua companheira e fazer novas orgias, mesmo contrariando a vontade do acossado Katimba.

Mas como não há duas sem três eis que, Antónia, que esperava pela sua vez, em função da demora de Maria, decide, ela também, juntar-se a sarrabulhada e exigir a sua parte. E não o fez por menos. Entrou, diz a vítima, retirou-lhe o pénis do interior da vagina de Maria e “fez-me um broche, chupando com violência as minhas bolas, obrigando-me depois a fazer-lhe sexo anal, com violência, enquanto Maria deveria continuar a beijar-me e a excitar-lhe a vagina, para que eu a encontrasse molhada, ao terminar no ânus”, afirma, com lágrimas nos olhos (não no canto, como a música de Bonga), dizendo ter lamentado viver, […]”

Mais à frente, escreve ainda o jornalista que “Ele, num misto de vergonha e sinceridade diz, que quando o pesadelo acabou, caiu estatelado para o lado, como se fosse um gato molhado e chicoteado, diante dos seus filhotes.” Não sei se percebi bem a ideia… Mais adiante, o violado diz “[…] ter mesmo ficado frustrado, quando ao dirigir-se a unidade policial da sua zona, ter o agente de Investigação Criminal, rejeitado a queixa, alegando ser normal, “as mulheres queixarem-se de violação por parte dos homens e não o contrário, pelo que deveria dar-me por feliz, por terem sido três mulheres juntas e ao mesmo tempo disputando o meu pénis”. Já quando se retirava da unidade policial, Katimba diz ter o agente dito o seguinte: -“Puto tu és fogo, tens que me dar umas lições e mostrar a fonte do teu pau de Cabinda, quando estiver de folga”.”

E conclui-se o artigo com uma chamada de atenção. Ei-la: “Agora cada um deve tirar as devidas ilações, na certeza de estarmos a conviver com práticas a todos os títulos condenáveis, principalmente, por não ser este o caminho desejado das novas mulheres. Da mulher do futuro de Angola cujo potencial deve ser aproveitado para as grandes batalhas do desenvolvimento do país.”

 Acho que vou reler algumas vezes o artigo para ver se percebo o que foi escrito…

Desencontros

24 Janeiro 2007

Ele estava à espera dela no domingo de manhã, conforme ficara combinado na véspera. As horas passavam e nenhum sinal dela. Até que, já farto de esperar, decidiu telefonar-lhe. Sim, viria mas que antes tinha passado pela igreja para ir à missa. Claro. Ajoelhou, deve ter tido que rezar mesmo…

Jejil

23 Janeiro 2007

 Jejil – 6ª à tarde, passeio dos “pulas” parolos cá da terra

Bem que já vi o “burkini” na Austrália, mas as praias por cá ainda não têm ninguém, mas isso “à cause du temps, qu’il est encore froid”.

A paisagem de Bejaia até Jejil, é de um grande conjunto de montanhas que se espraiam em águas límpidas e numa areia meio avermelhada.

Chegamos à cidade, depois de belas curvas que serpenteiam por entre serras verdes, gente simpática numa cidade pobre, mas surpreendentemente limpa. Só o pó me faz confusão nesta terra que tem tudo para ser grande …, haja vontade, … que teima em ainda não chegar.

ML

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fotos de ML

[foto] No regresso às nuvens (contigo)

23 Janeiro 2007

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Chuva

22 Janeiro 2007

(ainda nas nuvens, mas com um pé na terra de vez em quando…)

A noite de ontem trouxe uma tempestade com alguma violência à cidade de Luanda, por volta das 2h da madrugada. Ventos fortes, trovoada e chuva intensa. Foram 8h seguidas de chuva, de tal forma violenta até determinada altura que os estragos foram imensos. Quem hoje circulava pela cidade capital terá ficado com a sensação de se tratar de um domingo e não do início de mais uma semana tal não era a escassez de trânsito, de carros e, sobretudo, de pessoas. Esta noite trouxe mais inundações, derrocadas, pontes caídas, mortos e muita desgraça, conforme fomos ouvindo relatos ao longo do dia.

Entre outras situações, a derrocada da ponte na zona do Projecto Nova Vida que impossibilitou milhares de pessoas de chegarem à cidade. A baia de Luanda ficou cheia de lixo e água castanha. Na marginal, era forçoso descalçar os sapatos e arregaçar as calças para se chegar ao carro. A lama inundou a cidade. E esta foi a (nossa) parte visível. Apenas imaginamos como estarão os bairros.

Algumas fotografias tiradas esta manhã.

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Na praia

21 Janeiro 2007

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Nas nuvens

21 Janeiro 2007

Ahhhhhhhh por lá ando há algum tempo. Contigo. Sem norte, nem sul, este ou oeste. Sem fome, nem sede. Sem sono. Não há frio nem calor, apenas há. Tu e eu. Nós. E voamos, saltamos, abraçamo-nos, beijamo-nos como se não houvesse amanhã, apenas o agora. Sem fim. Dizem que o céu é o limite, não é. Não há limite para algo assim. Só o infinito. Houve um princípio algures mas não olho para baixo. Mesmo não tendo vertigens, sou incapaz de desviar o olhar das miragens à minha frente. Deliciosas. Idílicas. Infinitas. Tu. É para onde vou.

:D

17 Janeiro 2007

:DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD

Dá-me lume

15 Janeiro 2007

Chegaste com três vinténs
E o ar de quem não tem
Muito mais a perder
O vinho não era bom
A banda não tinha tom
Mas tu fizeste a noite apetecer
Mandaste a minha solidão embora
Iluminaste o pavilhão da aurora
Com o teu passo inseguro
E o paraíso no teu olhar

Eu fiquei louco por ti
Logo rejuvenesci
Não podia falhar
Dispondo a meu favor
Da eloquência do amor
Ali mesmo à mão de semear
Mostrei-te a origem do bem e o reverso
Provei-te que o que conta no universo
É esse passo inseguro
E o paraíso no teu olhar

Dá-me lume, dá-me lume
Deixa o teu fogo envolver-me
Até a música acabar
Dá-me lume, não deixes o frio entrar
Faz os teus braços fechar-me as asas
Há tanto tempo a acenar

Eu tinha o espírito aberto
Às vezes andei perto
Da essência do amor
Porém no meio dos colchões
No meio dos trambolhões
A situação era cada vez pior
Tu despertaste em mim um ser mais leve
E eu sei que essencialmente isso se deve
A esse passo inseguro
E ao paraíso no teu olhar

Dá-me lume, dá-me lume
Deixa o teu fogo envolver-me
Até a música acabar
Dá-me lume, não deixes o frio entrar
Faz os teus braços fechar-me as asas
Há tanto tempo a acenar

Se eu fosse compositor
Compunha em teu louvor
Um hino triunfal
Se eu fosse crítico de arte
Havia de declarar-te
Obra-prima à escala mundial
Mas eu não passo dum homem vulgar
Que tem a sorte de saborear
Esse teu passo inseguro
E o paraíso no teu olhar
Esse teu passo inseguro
E o paraíso no teu olhar

Dás-me lume?

[foto] Aproximação a Windhoek

15 Janeiro 2007

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De regresso

14 Janeiro 2007

A casa, via Windhoek, após mais uma semanita de Joanesburgo. Tive sorte. Vai dar para espreitar, ainda que ao de leve, mais uma cidade da região.

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Na fisioterapeuta

12 Janeiro 2007

Já com a sessão iniciada, estando eu de barriga para baixo, começa a estonteante e loiríssima fisioterapeuta a contar-me como se exercitava. E de como, na véspera, tinha feito tantos exercícios de pernas e glúteos que lhe doía tudo. De tal forma que quando o marido lhe mandou uma palmada nas nádegas – ao dizê-lo, manda-me a mim uma para demonstrar como tinha sido – doeu-lhe de tal forma de tão dorida que estava. Após ter apanhado a palmada, ergui o tronco, virei a cabeça para ela e perguntei-lhe “Sim? Continue, continue…”.

A segunda

12 Janeiro 2007

Opinião. Dizia-me ontem, o Dr. Julius Preddy, que possivelmente algum inchaço poderia ser consequência de elevado ácido úrico. Fiquei perplexo porque nunca tive qualquer problema dessa natureza. Sugeriu-me, e fiz, análises ao sangue de modo a descartar essa possibilidade. Como já esperava, não tem nada a ver (0,28 para 0,26-0,45). Disse-me então que podia continuar a comer os queijinhos, biltong, laranjas, vinho tinto e sexo, muito sexo. Ufffffff, não foi desta!!!

[foto] Trovoada

11 Janeiro 2007

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Do corpo

10 Janeiro 2007

“Ainda que me dêem o Prémio Nobel de Economia, ainda que seja a mulher mais rica do mundo, para o desejo dos homens só existirá o meu corpo. O prestígio de uma mulher, o seu dinheiro, a sua inteligência, só servem para os pôr em fuga.”
in A Idade Secreta, p.110

Será mesmo assim?

Sai uma brazilian!

9 Janeiro 2007

Em Inglaterra, soube esta noite, dependendo do tipo de intervenção que se pretende, pode pedir-se bikini, brazilian, hollywood, valentine ou porno wax. Original. Já achei mais vulgar o back, crack and sack! Auuuuuuuuuuch!

Check-up

9 Janeiro 2007

Ida ontem ao médico com a confirmação que está tudo em ordem. De tal forma que receitou-me 90 comprimidos de Voltaren GT50 (1/8) e uma brace (não sei a palavra em português) para o joelho. De resto, que posso regressar à minha vida normal porque está satisfeitíssimo com o meu joelho. Questionado sobre se a inflamação não teria nada a ver com pressão atmosférica e humidade, disse-me que era possível porque também tinha tido esse tipo de queixas por parte de pessoal que tinha vindo de Kinshasa. Pelo sim pelo não, mais uns dias em Joanesburgo a esforçar o joelho para ver como reage e uma segunda opinião. Hoje foram 4km a andar normalmente, descalço, pelos passeios relvados da área residencial onde estamos. Na boa.

[foto] Cor

9 Janeiro 2007

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Fosse sempre assim

9 Janeiro 2007

[Oh Miguel] I love and hate you at the same time!

[foto] Na flor

9 Janeiro 2007

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Aquecimento global

8 Janeiro 2007

É uma notícia que me parece interessante deixar por aqui. Segundo o FT de 6, a Comissão Europeia prepara-se para aprovar um estudo profundo sobre as alterações climáticas, o qual descreve vários cenários uns mais catastróficos que outros. Tudo isto durante o nosso tempo de vida, ie, em meados deste século. Caso nada seja feito e ocorra uma subida de 3ºC da temperatura média, são expectáveis secas, vagas de calor, cheias, acidificação dos oceanos provocando a migração da fauna para o norte da Europa, redução das propriedades dos solos, incêndios, subida de um metro do nível do mar, entre outros, no sul da Europa. Por outro lado, o norte da Europa passará a ter um clima mais agradável, tornando-se as costas do Mar do Norte na próxima Riviera, terá produções agrícolas com maior rendimento, etc e tal. O estudo aponta para uma possibilidade de contenção dos efeitos das alterações climáticas por uma redução em 25% das emissões de gases relativamente a 1990, custando apenas 0,19% do PIB da UE. O nosso modus vivendi alterar-se-á nos próximos tempos, de uma forma ou de outra.

Tchuß Quaero

8 Janeiro 2007

A Europa como um todo é um conceito giro. Já a sua afirmação no mundo, como um todo, é mais delicado. Várias são as tentativas de contrariar a hegemonia americana em diversos domínios os quais acabam por fracassar. Desde o Eurocorps, anunciado com pompa e circunstância, como o embrião das futuras forças armadas europeias ensombrado pelas diversas mutações sofridas pela NATO no contexto pós-guerra fria, a projectos industriais conjuntos que acabam por não singrar face à forte concorrência norte-americana, todo o tipo de resistências e contrariedades têm surgido para evitar o surgimento de um bloco coeso e poderoso no velho continente. Desta feita, o projecto Quaero, anunciado de forma exaustiva como a alternativa europeia ao Google, que vê agora os alemães saírem do Projecto ferindo assim, muito provavelmente, de morte o motor de busca made in Europe. A relevância [relativa] do assunto tem mais a ver com os dinheiros públicos gastos no projecto que agora é abandonado, evidenciando bem a visão conjunta e coesa dos diversos governos em assuntos tão simples como este. Europa? Bah!

Um aspecto ainda mais interessante é a forma como as coisas nascem. O Google 100% resultante da iniciativa privada e o Quaero co-financiado com fundos públicos.

[foto] Ca braza!

8 Janeiro 2007

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They make ‘em better ‘n better these days

8 Janeiro 2007

Trocar dinheiro na África do Sul é uma valente seca. Pedem-nos o passaporte, dão-nos um impresso que nunca mais acaba só faltando pedir o grupo sanguíneo, e sujeitam-nos a uma longa espera apesar de sermos roubados “violentamente” com as comissões que cobram. Já depois do médico, passámos no First National Bank o qual tinha má reputação. Qual quê? Fantástico. Apenas pediram que aguardasse uns instantes enquanto chamavam a supervisora para validar as notas. Anuí. Instantes depois chegava a especialista. Pegou nas notas, tocou-lhes e olhou para elas contra a luz. Deu o seu ok. Enquanto o funcionário ia fazendo a operação e olhava para as notas, não resisti em perguntar-lhe “they make them better and better these days, don’t they?”. Escangalhámo-nos os dois a rir.

E fez-me lembrar este episódio um outro ocorrido no JFK, em Nova Iorque. Os americanos são uma seca dos diabos pelo facto de se levarem muito a sério, por norma. É só normas e normas e ainda mais normas. Lembro-me perfeitamente, da primeira vez que lá fui, ter passado o traço amarelo no chão na área de controlo de passaporte, para estar mais próximo do meu pai, e do tipo que lá estava ter começado a mandar vir comigo. Eu, puto. Bom, mas adiante. (Em 2000) Depois de umas férias porreiras, check-in feito, tivemos que passar por um controlo qualquer da companhia para irmos para a sala de embarque. Atrás dos funcionários estava um painel enorme onde se lia o que era proibido levar para dentro do avião (mísseis, submarinos nucleares, cimitarras, fisgas, clips com elásticos, entre outros). Mesmo assim, fizeram várias perguntas até que chegaram “à pergunta”:

– Are you carry anything against the regulations?
– Such as?
– Fire arms, knifes?
– No I am not. Well, except for two hand grenades, some dynamite and all.

E sorri para o tipo. Levantou de imediato a cabeça, olhou para mim com um ar do piorio e disse-me que me podia mandar prender por causa do que eu tinha acabado de dizer. De nada adiantou dizer-lhe que se transportasse comigo o que quer que seja que não devia, jamais o declararia não é?

[foto] Tempestade

8 Janeiro 2007

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Benchmark

8 Janeiro 2007

Esmagado em 2006. Yeeeeeeeeeeeeeebo!

Subida até Setif

7 Janeiro 2007

Mais uma crónica do grande companheiro e amigo, que gosta de me mandar beijinhos, directamente da Argélia. Já agora pá, vê lá se me mandas umas fotografias maiores senão não consigo colocá-las aqui…

Sexta-feira, mais um Domingo aqui na terra, decidimos ir ver uma queda d’água perto (Kherrata), mas acabamos por passar ao largo, seguindo meio estonteados pela beleza das montanhas que estávamos a subir. Falamos sobre os problemas de 45, retratados por azulejos bem expressivos, e pensamos que estes episódios não foram assim há tanto tempo, e que em nada abonam a cultura europeia à qual pertencemos.

Sempre a subir, e quando estávamos já a voltar para baixo, o Trepas lembra-se que há um restaurante de nome Lisboa, em Setif, e nem pensamos duas vezes, infelizmente damos com uma porta fechada, mas acabamos por descobrir um hotel / restaurante acabado de estrear e onde comemos um bife acima da média, no meio de mesas onde estavam ainda a desempacotar os pratos, copos e outros. Depois do almoço tardio, invariavelmente regado a água, somos obrigados a ir visitar um quarto, e uma suite, com vista para a fonte da cidade, e prometemos que iremos voltar e escolher o prato que mais gostamos.

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A meio da descida, desviamos para a tal queda d’água, que embora bonita, é mal frequentada (afinal estamos literalmente no meio de montanhas em que teoricamente há guerrilheiros) e suja nas margens, pois por aqui ainda não há o hábito de guardar o lixo para o deitar fora mais tarde, para não estragar uma paisagem destas.

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Já é noite, quando começamos a ver o mar e a avistar as letras “BEJAIA” no cimo da montanha que vemos pela frente.

Amanhã, Sábado, é o primeiro dia da semana de trabalho, pelo que vou-me recolher-me, e escrever umas notas a publicar, espero, no site dum amigo em que penso quando conheço algo de novo e de diferente.

ML