Clorofila

(Que toda Luanda fosse como a sul…mas não é!)

Intermináveis, as obras prosseguem. Erguem-se novos edifícios, remodelam-se antigos, encerra-se o acesso a outros porque as obras serão (um dia) feitas. E à medida que vou circulando pelas ruas de Luanda, entalado aqui e acolá, procurando fugir a mais um tapume e desconseguir, com sucesso, mais um incidente rodoviário, olhando para pormenores que nos escapam à primeira vista, eis que me deparo com novas obras em espaços repetidos. Leio a tabuleta. De restauro. De renovação. De [re-]renovação. Até mesmo de [re-re-]renovação. Porque obrar é preciso.