Perito

Sou, em asneiras. É algo que me persegue desde que me lembro. No antigo estádio de Alvalade, enquanto esperávamos, enfiar a cabeça no meio do gradeamento e depois não conseguir tirar; ficar com a cabeça de fora do comboio e o resto do corpo dentro , com o comboio em andamento, na estação de Campanhã, após ter ido ver o que se passava porque nunca mais partia; ficar com a perna entalada entre a carruagem do metro e o cais na estação da Rotunda; etc, etc, etc… Agora, o que nunca me tinha acontecido era mandar uma valente facada a mim próprio na coxa… Deslizes…

4 Respostas to “Perito”

  1. catarina Says:

    LOL! Fiz isso (meter a cabeça no gradeamento e depois não conseguir tirar), em Luanda, quando era miúda, no parque infantil de Alvalade que já não deve existir, claro.
    O resto, vá lá, não sou tão artista como tu. :D

  2. ac Says:

    Essa da facada da coxa, metida assim no final como quem não quer a coisa é de morrer a rir, até porque as consequências não foram assim tão graves… mas se provocas este tipo de memórias às pessoas estás tramado pois se desatamos aqui a descrever todas as nossas (im)perícias então este post nunca mais acaba, não é verdade? LOLL

  3. Miguel A. Says:

    lol, ta boa.

    ac, bem que podiamos contar algumas, para descontrair.

    Aqui vai uma minha, ja com alguns anos> receber um telefonema de um cliente com um problema complicado para resolver. Ir de seguida ao WC mas ir a matutar no problema. De repente reparar que estava a urinar no caixote do lixo, que estava ao lado do urinol de parede…

  4. miguel Says:

    lolllll catarina! É uma sensação lixada não é?! LOL!

    ac não foram assim tão graves porque era de Saúde e tive socorrismo pá! O sangue era tanto que tive que fazer um garrote (primeiro) e depois consegui parar aquilo com compressão externa senão… Pois não acaba o post não. E olha que só referi uma pequena parte das asneiras… lol.

    Ó Miguel A., enfim, no mínimo um processo disciplinar. Mas, no contexto deste post, tens uma grande vantagem com essa “asneira”: não doeu!

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