Ao fim do dia

Depois de um dia de sorna, apesar de ter acordado pouco depois das 6 da manhã, como habitualmente, e de ter ido à janela ver a situação (tudo calmo e já muita gente na rua junto à Assembleia de Voto), resolvi ir à rua. As bandeiras do MPLA e da UNITA continuavam penduradas no meio da rua, as pessoas aguardavam a sua vez para votar e a circulação rodoviária registava-se num ritmo muito mais reduzido do que habitual. Esteve um dia agradável, permitindo uma afluência em grande número às urnas.

Acompanhando a evolução da situação através da TPA – excelente trabalho, por sinal – optei por sair ao fim da tarde. Uma ida rápida ao ginásio e uma volta pela cidade, sozinho já que os amigos ou saíram do país, ou da cidade ou, os que ficaram, acabaram por não sair de casa. O ginásio praticamente deserto, permitindo-me treinar à vontade. Já na estrada, circulação tranquila e uma mega-operação policial na marginal, no sítio do costume.

A ida à ilha tinha um propósito específico: saciar a sede e comer alguma coisa. Para minha surpresa, estava tudo fechado. O Jango Veleiro era o único que estava aberto e algumas “barracas”, mas também em menor número do que habitualmente. Uma rápida volta pela cidade, permitiu-me constatar que só o restaurante dos libaneses, no Maculusso, na estrada que vem do Salvador Correia para a Sagrada, é que estava aberto. É estranho ver a cidade assim.

3 Respostas to “Ao fim do dia”

  1. pp Says:

    um dos dias mais calmos dos ultimos tempos, por aqui correu tudo bem.

  2. cat Says:

    E no fim, jantaste ou não?

  3. miguel Says:

    Bom, jantar propriamente dito não. Mas o atum estava bom… lol!

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