E de repente…

…o assombro do (des)conhecido.

E se me tivessem dito, há umas semanas atrás, que em 2019 viveria um evento singular, eu jamais acreditaria. Quanto mais não seja porque as probabilidades de se viver tal [evento] são extremamente baixas, para não dizer residuais. E ele aí está. De forma simples, inesperada, tranquila, como se de uma simples brisa suave de verão se tratasse. Assim. Porque sim. Como tudo o que é muito bom na vida e a torna algo de verdadeiramente fenomenal. Estou a adorar esta viagem.