Archive for the ‘Desatinos’ Category

Prós e Contras

14 Outubro 2008

Acabei por ir para a cama mais cedo e foi o que fiz melhor. Das duas uma, ou a dinamizadora do programa bebeu de um só trago toda a informação disponível sobre o assunto e pô-la cá para fora de qualquer maneira, fazendo perguntas e afirmações simplesmente inacreditáveis e descontextualizadas, ou se o objectivo era descer ao nível de “conhecimentos” do cidadão comum, o tipo de questões colocadas e a forma como as colocou apenas permitiu aumentar a confusão.

Surpresas

8 Outubro 2008

Relativamente à constatação sobre a importância do papel do Estado na economia etc e tal na sequência da presente crise. Pensei que a descoberta do acréscimo do preço da sardinha em 1000%, do pescador ao supermercado, durante a última crise dos combustíveis, tivesse sido suficiente…

Partido

8 Outubro 2008

Já está confirmado que não é malária. Uma coisa é certa, nunca mais ponho os pés na Portugália depois da noite que passei…

Lá vamos nós outra vez

2 Outubro 2008

E eu que pensava já ter visto muito, afinal vale tudo nesta vida. Mesmo assim, ainda fico completamente espantado com a facilidade com que as pessoas, sobretudo aquelas com responsabilidades, conseguem mentir com a maior das facilidades. Quando é com os outros, um gajo é naquela. Quando nos toca a nós, é um bocado mais chato…

Começo a acreditar que só mesmo o filet mignon da rosqueirice nacional é que está a demandar estas paragens… talvez na ânsia de não serem conhecidos por aqui. Uns vão para Londres, outros para Luanda. Faz parte da vida.

Os sinais eram bem evidentes, em toda a linha. De plástico. Farsolas. Já não lhes chega as plásticas ao corpo, também já as fazem, e de monta, diga-se, ao carácter. O contorcionismo não constitui, para esses farsantes de gente, qualquer óbice assinalável, pois há muito que se libertaram da coluna vertebral. Que gentalha! De sorriso fácil e altamente social mas que, uma vez bem espremida, nada mais é do que excelente matéria-prima para a produção de biogás…

Vai uma máscara?

Emancipação feminina

19 Setembro 2008

Adoro alguns episódios singulares que vamos constatando aqui e acolá. Há instantes, no noticiário das 10h e a propósito da subida das taxas de juro nos créditos à habitação, perguntava o jornalista a uma senhora jovem – quarentas e tais – se tinha crédito à habitação e tal ao que lhe respondeu com um pequeno sorriso que esses assuntos eram com o marido…

Gente estúpida

19 Setembro 2008

Entre outros, tenho um grande defeito… Quando apanho alguém de “ponta”, é bom que me saia da frente e não levante muitas ondas. Mas não é disso que venho aqui falar.

A minha empregada, que Deus a estime e trate por muitos e longos anos (é uma blasfémia, eu sei, mas também nunca disse que era um santo!), não percebe um boi do assunto. A tal ponto que, após as minhas férias na pátria amada, disse-lhe para não tocar em nada. Trataria de fazer tudo na lavandaria. Mais caro, mas mais seguro. Assim pensei. Como não tenho tempo para me coçar, nas horas “úteis”, acabei por ceder à sugestão que me fez de levar a roupa para lavar na lavandaria perto da casa dela onde o meu amigo A. também já tinha lavado. Bom, estou há 2 semanas à espera da puta da roupa e paguei taxa de urgência!

Hoje, após chegar a casa e reparar que não havia nada de novo no horizonte telefonei-lhe a perguntar pela roupa. Bom, troca de impressões e eu cada vez mais incrédulo a dizer-lhe que não acreditava, que não era possível e que nunca tinha visto nada assim ao que me respondeu que era “natural porque isto aqui é Angola”. Passei-me! Pensará ela que nunca lavei a minha roupa em lavandarias em Luanda?! E que não sei quanto tempo demoram a entregar?… Claro que o meu “passanço” teve mais a ver com o argumento em si que é demonstrativo do mind set de muito boa gente. E esse sim, é insuportável porque discriminatório!

Não é por nada, mas estou com um mau presságio…

Reminder

17 Setembro 2008

Do custo de vida local. Para se ter uma ideia, a Photo de Setembro, à venda na Europa por 4 Euros e tal custa por cá 2.055 Kwanzas, ie, 19,30 Euros…

Pedintes

16 Setembro 2008

O meu amigo R. estava parado na fila para abastecer quando se aproximou um mendigo de cadeira de rodas. Bateu-lhe no vidro e ele ao abrir, tirou algumas notas que tinha do bolso e deu-lhe os 30 kwanzas. Ainda lhe disse que era só o que tinha trocado. O pedinte, escandalizado, devolveu-lhe o dinheiro dizendo-lhe para que nunca mais lhe aparecesse à frente e que quando estivesse bom ele ia ver!

O pedinte da cadeira de rodas não tinha pernas.

O cacimbo acabou

30 Agosto 2008

Mas o frio continua a assolar a capital. Há cerca de 2 horas atrás estavam 20ºC, apesar de ter estado um dia de sol magnífico…

Oba mania

27 Agosto 2008

“Thank you Florida. We are so happy to have you here tonight!”

Frase proferida há instantes pela secretária da Convenção Democrata que está a decorrer em Denver, após a votação da Flórida. Pergunta de um ignorante: seria suposto a Flórida não estar presente?

Sobre a convenção propriamente dita, a seca que está a ser a votação de cada Estado é inacreditável… Há de tudo, o que tornará os EUA aquilo que são hoje… Contudo, mostra bem que, infelizmente, a “América” não é só Angelinas Jolies e afins (é uma pena…). E depois brinda-nos com personagens como Bush… Há mesmo que ter medo. Acredito piamente, só pelo que estou a ver em directo de Denver, as manifestações de histerismo e a necessidade de dizer que são do Estado onde nasceu o Barak, onde nasceram os avós, onde nasceu o cão que ele comprou, onde foram produzidas as madeiras da casa onde vive, a lã dos fatos dele, o Estado onde nasceu o barbeiro, etc e tal que há mesmo razões claras para existirem tantos psiquiatras naquele país.

Sem telemóvel

7 Agosto 2008

@*+º»€$#&/£!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Sem net

26 Julho 2008

Este regresso a Angola está a ser um verdadeiro espanto, na vertente tecnológica. Internet nem vê-la. Estão a resolver…

Sem Vaio

26 Julho 2008

Até gostava do raio do computador. O primeiro tinha sido uma excelente compra pelo que presumi que apostar na mesma marca seria sensato. Enganei-me. Se a parte gráfica do produto é excelente, a sua arquitectura deixa a desejar. Ao fim de 2 meses começou a fazer um ruído estranho, aquecia desmesuradamente, bloqueava, desligava-se sozinho, entre tantos outros males de que padecia. Levei-o à origem e por lá ficou, em pleno exercício da garantia. Tive que comprar outro até saber o diagnóstico do primeiro. Uma coisa é certa, nunca mais compro um Vaio, da Sony.

Pila das Caldas em vias de extinção!

4 Julho 2008

Acabou de noticiar a Reuters…

“Couple maintain Portugual’s ceramic penis tradition
(04 Jul 2008)

By Axel Bugge

CHAO DE PARADA, Portugal, July 4 (Reuters) – Husband and wife Francisco and Casilda Figueiredo are among the last exponents of a traditional Portuguese handicraft — making ornamental ceramic penises.[…]”

Com esta é que eu não contava. Agora sim, pode afirmar-se com propriedade que o país está mal, muito mal mesmo…

Cabelos brancos

2 Julho 2008

É oficial… 5 ou 6 anos depois do primeiro, do lado esquerdo da cabeça, eis que me apareceu o primeiro cabelo branco do lado direito. Já pouco faltará para começar a pintar o cabelo. De loiro, claro!

Bigodes

29 Junho 2008

A grande novidade da 2ª volta das eleições presidenciais no Zimbabwe não é o abandono por parte do candidato do MDC, das detenções arbitrárias, do caciquismo condutor das massas à sombra do bastão, do embaraçoso desempenho de Mbeki, do “fim” da economia zimbabweana ou das repetidas violações dos direitos humanos. Não. O elemento mais formidável desta eleições é o desaparecimento do ridículo bigode da face de Mugabe. Marketing político?

Comunicação

26 Junho 2008

Sinceramente que, por ignorância pura, ainda não percebi porque carga de água os chineses falam uns com os outros aos berros. Será cultural ou um qualquer problema genético que lhes afecta a audição? E, já que estou nos chineses, reparei num pormenor interessante. Também eles gostam de deixar a etiqueta na manga do casaco do fato. Fiquei assim a par da qualidade do trabalho do estilista chinês Wang. Por isso e mais algumas coisas que observei enquanto esperava pelo avião, julgo que deve ser tramado ser chinês (ou chinesa…).

Fazer mais como?

26 Junho 2008

Parece que tenho pontaria! Mais um vôo doméstico atrasado. Vá lá que, desta vez, vim prevenido…

O burro

23 Junho 2008

(continuação do post “8”, devido a esquecimento)

Já com o sol quase posto, à chegada ao Lubango, tempo para tomar um café expresso antes de rumarmos ao Namibe por estrada. Descer a serra da Leba às escuras tem o seu encanto, sobretudo porque perde-se a noção, excepção feita para as luzes das viaturas que estão muitos metros abaixo de nós, da dimensão da queda. Com a Huíla para trás, noite escura, e largados estrada fora eis que aparece, de repente, um burro pela frente a atravessar estrada (felizmente muito lentamente). Pela distância, quem está habituado a conduzir recorrendo muito à caixa de velocidades (eu, por exemplo, que aprendi a conduzir na África com estradas complicadas), seria possível fazendo sucessivas reduções aguentar o carro e travá-lo de modo a que o burro atravessasse a estrada. Para meu espanto, o motorista, agarrou-se ao volante, começou a travar e, vendo que o burro estava lento, enfiou o carro metro e meio fora da estrada e passou pelo burro… Confesso que os meus batimentos cardíacos dispararam. No caso concreto, a diferença entre reduzir a velocidade com a caixa e com o travão em simultâneo ou usar apenas o travão pode ser um desastre brutal (íamos a mais de 120). Escapámos. A única vez que passei por algo de semelhante foi na Suazilândia em 1996 quando, após uma curva, demos de caras com um grande boi no meio da estrada…

Frio? Nah…

23 Junho 2008

Vocês não imaginam o frio que está. Mesmo em Luanda, a temperatura já baixa dos 20ºC o que é, diga-se, um frio tremendo. Mais a sul, o frio está a atacar com toda a força. De tal forma que incursões à rua depois do pôr-do-sol já convidam a um bom camisolão e/ou um bom casaco. Safa! Não me lembro de, nestes anos todos, estar tanto frio.

8

23 Junho 2008

Foi o número de horas que esperámos no terminal de vôos domésticos de Luanda para embarcar rumo ao Lubango. Apenas 8 horas. Após 5 horas de espera, já com o check-in feito às 7 e picos da manhã no vôo que sairia às 9, fomos alertados, através do altifalante, que o vôo para Ondjiva/Lubango estava atrasado – por acaso, para que conste, nenhum dos passageiros que já tinha aguentado estoicamente 5 horas até ao momento do anúncio tinha reparado que o vôo estava atrasado… – e que partiria às 13:30. Qual não foi o nosso espanto quando à hora prometida alguém da companhia aérea abriu a porta e gritou Ondjiva. Claro que a malta do Lubango também se levantou e todos tomaram de assalto a porta como se tivessem medo de perder o avião… Afinal, os do Lubango que se voltassem a sentar que já chamariam. E os de Ondjiva lá se foram, sem grandes protestos. Bom, tirando o daquela senhora que já reclamava alto e bom som como é que era porque já não tinha mais nenhuma posição [de que se lembrasse] para dormir.

E o tempo passou, passou e continuou a passar. Funcionários da companhia aérea que dessem informações aos passageiros não havia nenhum. Ou porque era domingo ou porque a coisa que mais temiam era ter de enfrentar a fúria dos passageiros. Entre os que ficaram, os do Lubango, conjecturava-se sobre as razões da divisão dos passageiros. Uma passageira, mais velha, dissertava em voz alta que só podia ser por causa da bagagem. Era preciso separá-la. E olhava em redor à espera de apoio. E repetia. Choviam chamadas para o seu telemóvel e continuava com a sua tese. Desligava o telemóvel e lá dizia para o genro que só podia ser por aquele motivo. E olhava em redor. À sua volta, os que tinham despertado repentinamente com o chamamento para Ondjiva já tinham voltado à posição anterior e havia até já quem ressonasse. Alguns putos já choravam, de fome, de tédio, de cansaço. Nem nisto a companhia teve a preocupação. E o tempo passou. Até que, cerca de meia-hora após o chamamento milagroso para Ondjiva houve um dos passageiros para o Lubango, mais esperto e quiçá conhecedor destes mambos aéreos, que já do lado de fora do terminal virou-se para outro passageiro e, apontando para um avião da companhia que nos devia levar, disse-lhe que aquele que estava a descolar ia para Ondjiva. Xé! Burburinho na sala. Comentários alto e bom som. E o funcionário da companhia que tinha chamado para Ondjiva há muito que tinha desaparecido. Estávamos novamente entregues a nós próprios. Eu lá fui aproveitando para dormir mais um bocado.

E o tempo passou, passou e foi passando até… bom, até ao momento em que o funcionário entrou, toda a gente se pôs de pé, o autocarro chegou e o funcionário, já numa posição segura, atrás de todos os passageiros apenas disse que podiam ir para o autocarro. Que sim, sim, era mesmo para o Lubango. Já eram quase 15:30.

A parte gira foi ir para a província quase ao cair do dia. As sombras provocadas pelo pôr-do-sol no interior são magníficas. A parte hilariante, excepto para nós, teve a ver com a razão do atraso de 8 horas: o comandante faltou…

Sugestão

9 Junho 2008

Ao circular na cidade ocorreu-me uma ideia que resolveria substancialmente o problema da difícil circulação na cidade. Submeter todos os condutores – nacionais e estrangeiros – a um exame de condução…

Enigmas

4 Junho 2008

Acho alguma piada a enigmas. Pelo gozo que me dá decifrá-los… Bom, quando me interessa, tenho paciência e estou para aí virado. Na sequência de uns mambos ocorridos hoje, chego à conclusão que uma parte do norte é para mim uma verdadeira incógnita. Tipo “e tudo o vento levou” numa área bastante vasta tendo como epicentro o Porto. Contudo, tal como nos ciclones, uma boa parte do Porto safou-se por estar no “olho” do ciclone. Comprovo-o do que conheço daquela magnífica cidade e das suas gentes (a minha família também não anda muito longe dali). Contudo, há ali uns espécimes que são uma coisa do outro mundo. O meu próximo enigma será o seguinte:

1. Alguns cursos de Engenharia tornam as pessoas arrogantes, prepotentes e convencidas que Deus está abaixo delas;

2. Alguns cursos de Engenharia contribuem para agudizar as tendências de arrogância, prepotência e convencimento de que Deus está abaixo delas;

3. É indiferente o curso de Engenharia que tiram porque antes de ingressarem nas Faculdades de Engenharia, os “futuros” já são arrogantes, prepotentes e convencidos que Deus está abaixo delas.

Desculpem-me os meus amigos engenheiros e demais que são pessoas normais mas há tipos que são inenarráveis e quase sempre dos mesmos cursos de engenharia (porque será?).

Disclaimer: pronto, confesso que a minha primeira missão no exterior foi, a partir de determinada altura, com engenheiros nacionais. Não vou descrever pormenorizadamente o que foram 18 meses de coabitação com gente reles, a todos os níveis.

Solidariedade

4 Junho 2008

Este blog apoia os pescadores e os vareiros. Ambos, gente em vias de extinção. Sinais dos tempos, puramente economicistas que trucidam tudo e todos sem qualquer pudor em desterrar para o esquecimento o que é a herança e tem sido um modo de vida de todo um povo ao longo dos tempos.

De repente, comecei para aqui a reflectir… E pescar com barcos à vela? Não dará? Aumentava-se a frota pesqueira, dinamizavam-se os estaleiros navais nacionais, criavam-se postos de trabalho em terra e no mar…

Há outras soluções mas que devem ser subsidiadas pela UE. Se os submarinos e porta-aviões têm reactores nucleares, porque é que os barcos de pesca não podem ter também?

Problemas na net

3 Junho 2008

Coisa estranha. Por onde ando agora, parece que a Movinet não quer funcionar em condições…

Ciao Intermarket!

30 Abril 2008

Nunca mais lá compro nada. Apesar de abominar muita coisa (em particular quando ando chateado), se há algo que me faz passar de todo é a falta de qualidade do serviço prestado ao cliente. Após ter feito umas compras de rotina na 2ª feira, lá fui eu todo lampeiro em direcção à saída das traseiras, para entrar logo na marginal, tendo sido gorado o propósito pela segurança presente no local. Segundo o segurança, tinham sido instruídos para não deixarem mais ninguém passar por aquela saída.

E se fossem para o @#%&*?!!!

Traduzindo… o facto de já não poder mais utilizar a saída das traseiras, fez com que demorasse mais quase 2 horas a chegar a casa. Porquê? Porque tive que apanhar a estrada que vai para o Cacuaco, ir ao porto e apanhar um hipermega-engarrafamento na marginal…

Mas há ainda um pequeno pormenor que me põe literalmente doido. Os senhores do Intermarket tiveram a inteligência de pedir aos clientes o talão das compras antes de se sair do estabelecimento e depois de se ter passado pelo caixa. Ninguém confirma nada já que apenas traçam um risco no talão. E porque é que não introduzem essa regra no portão de trás de modo a evitar que qualquer um utilize a mesma para escapar ao trânsito, entrando pela principal e saindo pela das traseiras?

Descompliquem meus! Até lá, arrivederci!

No ginásio

30 Abril 2008

Aguardei pacientemente em pé, e todo nu, que o companheiro de ginásio (ou do resto) terminasse de vestir as calças brancas, a camisa azul e branca às riscas, a gravata roxa, o alfinete dourado, o casaco do fato, também ele branco, claro, as meias pretas e os sapatos pontiagudos brancos e pretos. Já a preceito, imediatamente antes de se dirigir para a porta de saída do balneário, olhou-me de soslaio e desejou-me boa sorte. Esta mania da superioridade lixa-me todo!

Rapidinhas

30 Abril 2008

Qu’isto não há tempo (nem disposição, diga-se) para mais!

E se…

15 Abril 2008

Uma condutora viu o seu veículo apreendido pela polícia, numa operação stop, devido ao óleo alimentar que tinha no depósito sem ter pago o devido (?) imposto. Isto independentemente de não lhe saberem dizer onde poderia fazê-lo. O miserabilismo a que chegou o Estado (de todos nós) é impressionante. Só hoje é que tive conhecimento deste episódio caciquista e  assaltou-me de imediato a seguinte dúvida (por desconhecimento da lei, como é óbvio): quando eu andar a cavalo pelas ruas de Lisboa, caso seja mandado parar numa operação stop, verei o meu cavalo igualmente apreendido por não ter pago o [devido] imposto sobre o feno?!

Domingo…

11 Abril 2008

Depois de alguns dias mais a sério, já me diz que no domingo, se puder ser, gostaria de descansar um bocado e dormir mais do que tem dormido. Terá ainda coragem para referir-se a quem quer repousar um bocado ao domingo como sofrendo do “síndroma dominical”? Joder!